Dicas pra aproveitar o Festival MIX Brasil

Vai ter igualdade, sim!

Diversidade é a palavra-chave do Festival MIX Brasil, que chega à 22ª edição e vai de hoje até o dia 23 de novembro. Pra colocar em debate, mais e mais uma vez, assuntos como sexualidade, identidade de gênero, sexo, amor e igualdade, o evento exibe peças, filmes, danças, leituras e performances que dão muito certo!

A gente separou uma listinha com o que acha que pode ser legal de assistir, PREPARA: vai ter gay se beijando, sim! Vai ter gente pelada, sim! VAI TER SEXO E VAI TER AMOR, ENTÃO, VEM TODO MUNDO!

 

01 PERFORMANCE DAORA:
Vapor (Brasil)
“Sorte? Azar? Aplicativos? Laboratórios? Religião? Tesão? E se a “AIDS” estiver sentada ao seu lado? Ou estiver percorrendo suas veias? Mas eis que surge o amor! Ah, o amor… E com ele vem a pergunta: Qual a hora de contar?”

(FOTO: reprodução)

(FOTO: reprodução)

01 CURTA FEMINISTA:
Sobre a Cor de Rosa (Brasil)
Uma animação que demonstra, a partir de situações cotidianas e dados reais, reproduções comuns e situações arquitetadas por um contexto machista. Ao final se propõe o cultivo de uma visão não dominante entre os gêneros feminino e masculino”.

corderosa

(FOTO: reprodução)

01 PEÇA REFLEXIVA:
A geladeira
“Um homem acorda na manhã de seu 50º aniversário e encontra uma geladeira no meio da sala. A partir dela “L” vê saltar de seu passado figuras como a mãe, a empregada, a psicanalista, seu cão e até um rato que mora em seu armário. Marcada pelo humor surrealista, a peça mostra a existência humana em pleno trânsito. Os papéis sociais e a sexualidade se recusam a fixar-se em um único lugar”.

a geladeira

(FOTO: Raul Zito)

01 FILME LÉSBICO DE NOME ENGRAÇADO
Quem tem medo de Vagina Woolf?
“Nessa comédia romântica só com mulheres, a carismática cineasta Anna enfrenta uma crise de meia idade. Ela não tem emprego nem namorada e vive na garagem de sua amiga em Los Angeles. Quando ela está prestes a jogar a toalha, conhece Katia (Janina Gavankar), que a inspira a escrever e dirigir um remake apenas com mulheres de “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”. Rodeada por belas mulheres, Anna permite que seus mais profundos medos e sua lesbofobia internalizada destruam tudo, mas finalmente descobre o que realmente a impede de amar e de viver”.

01 FILME QUE QUEBRA GÊNERO:
Toda terça-feira (Austrália)
“O relutante caminho para a independência de Billie, de 16 anos, é acelerado quando sua mãe revela planos para a transição de gênero, o que limita o tempo que elas passam juntas às terças-feiras. Filmado ao longo de um ano – uma vez por semana, todas as semanas -, apenas às terças-feiras, Toda terça-feira é uma história emocionalmente carregada de desejo, responsabilidade e transformação”.

01 CURTA DE GERAÇÃO Y:
Contraplano (Brasil)
“Em um apartamento, dois homens têm um encontro marcado. Aparentemente, trata-se de um jantar romântico. Aparentemente, tudo não passa de ilusão. Na fenda entre o ‘eu’ e o ‘outro’, há o paradoxo: como cuidar de uma relação a dois em um mundo planejado para o indivíduo?”

01 CURTA DE URSO:
Nomansland (Dinamarca)
Em um ambiente underground contemporâneo onde as pessoas buscam sexo fácil em Copenhagen, Christian se esforça para juntar as peças de sua vida destruída após a morte prematura de seu ex-amante, cuja família culpa Christian por manter segredos que não são responsabilidade dele”.
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01 FILME QUE VALE A PENA VER DE NOVO:
Praia do Futuro (Brasil)
“Praia do Futuro, Ceará. Donato (Wagner Moura) trabalha como salva-vidas. Seu irmão caçula, Ayrton (Jesuita Barbosa), tem grande admiração por ele, devido à coragem demonstrada ao se atirar no mar para resgatar desconhecidos. Um deles é Konrad (Clemens Schick), um alemão de olhos azuis que muda por completo a vida de Donato após ser salvo por ele. É quando Ayrton, querendo reencontrar o irmão, parte em sua busca na fria Berlim”.

praia

FESTIVAL MIX BRASIL: CINEMA, TEATRO, MÚSICA E DANÇA
Quando: de 13 a 23 de novembro
Onde: Centro Cultural São Paulo, Cine Itaú, CineSesc, Cinesala Sabesp e Museu da Diversidade
Horários + programação completa: http://www.mixbrasil.org.br/

Gabriela Soutello

Gosta muito mais de literatura do que de jornalismo, finge que sabe atuar em cima do palco e, pro azar (ou pra sorte) dos psicólogos, está constantemente insatisfeita.

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